Elena Tonoyan, COO da LocalBitcoins, explica como a mais antiga exchange de Bitcoin negociado em P2P vem intensificando a luta contra atividades criminosas na plataforma.

A partir de 2019, a LocalBitcoins foi citada como a exchange que mais recebe fundos criminosos por três anos seguidos, de acordo com um relatório da CypherTrace.

Os resultados para 2020 serão muito diferentes, garante Tonoyan, referindo-se ao rigoroso procedimento KYC / AML adotado pela exchange em setembro do ano passado.

Os resultados já parecem estar visíveis. Citando dados recentes, Tonoyan afirma que os volumes enviados para mercados criminosos como a dark web já caíram 70%.

Quando questionada sobre as contas verificadas do LocalBitcoins que estão sendo vendidas no mercado darknet da Rússia, Tonoyan destacou que está ciente do problema.

“Bloqueamos essas contas assim que conseguimos identificar que elas foram vendidas ou invadidas”, disse ela.

Ao reforçar os procedimentos de verificação, Tonoyan admitiu, a exchange perdeu uma grande vantagem competitiva, que era o anonimato dos clientes.

Essa parece ser a principal razão por trás de uma queda de 50% no volume de negócios nos meses seguintes à implementação das medidas. No entanto, Tonoyan acha que a troca valeu a pena.

“No começo, as pessoas usavam o LocalBitcoins porque era anônimo. Mas hoje em dia eles usam o LocalBitcoins porque desejam um serviço seguro e legítimo para comprar bitcoins ”, disse ela.

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Fonte: cointelegraph.com.br/news/why-did-localbitcoins-give-up-their-users-privacy

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