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Livros (Alexander Spatari/Getty Images)

Quem estuda a Língua Portuguesa sabe: em oração, existem sujeito e predicado.

No entanto, a Nomenclatura Gramatical Brasileira adotou um nome paradoxal para o último tipo de sujeito: inexistente. Ele existe, apenas não está escrito (sua ação é impessoal).

Prefiro, em primeiro momento, adotar a relação direta com a impessoalidade dos verbos, ou seja, haverá o chamado SUJEITO INEXISTENTE quando houver a identificação do verbo impessoal. Vamos à prática:

Chove muito em Porto Alegre. Verbo impessoal; logo, sujeito inexistente

Venta pouco em Goiânia. Verbo impessoal; logo, sujeito inexistente

Houve dois lançamentos de música brasileira. Verbo impessoal; logo, sujeito inexistente

Faz dois anos que estive em Paris. Verbo impessoal; logo, sujeito inexistente

Veja também

1. O VERBO SER

É muito comum, também, a indicação de distâncias, horas, datas por meio do verbo SER. Nesse caso, o verbo concordará com o número; o sujeito será também INEXISTENTE. Casos clássicos:

São dez horas da noite.

São quinhentos quilômetros.

É dia quinze de abril.

São quinze de abril.

Um grande abraço, até a próxima e inscreva-se no meu canal!

DIOGO ARRAIS http://www.ARRAISCURSOS.com.br YouTube: MesmaLíngua Professor de Língua Portuguesa Fundador do ARRAIS CURSOS

Fonte: exame.com/carreira/voce-sabe-identificar-o-sujeito-inexistente-nas-frases-professor-ensina

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