A primeira turma do Supremo Tribunal Federal negou liberdade ao empresário Danilo Afonso Pechin, que teria mandado matar o advogado Francisco Assis Henrique Neto Rocha por uma dívida de Bitcoin. A informação é do Metrópoles.

Segundo o texto, Pechin e Willian Gonçalves do Amaral, considerado foragido, teriam encomendado a morte do advogado de 57 anos por uma dívida de R$ 2,5 milhões envolvendo a venda de BTC. Ele foi morto em uma emboscada em um posto de gasolina em junho de 2019.

A liberade já havia sido negada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo e pelo STJ. A Justiça destaca que há provas contra o empresário sobre sua participação no crime.

Curiosamente, o ministro do STF Marco Aurélio Mello havia concedido uma liminar a favor de Pechin, acatando argumentos da defesa de que ele é réu primário e tem bons antecedentes, mas o colegiado cassou a liminar.

Os demais ministros seguiram o entendimento de Alexandre de Moraes, que julgou que não cabe ao STF aceitar habeas corpus contra decisão monocrática do STJ, como é o caso.

Segundo as investigações, Willian do Amaral e Danilo Pechin deviam R$ 2 milhões à vítima e “queriam se livrar” da dívida. O advogado era conhecido na capital paulista por atuar na defesa de acusados de tráfico de drogas e por representar o prefeito de Embu das Artes, Ney Santos.

Os suspeitos de executarem o advogado são Anderson da Silva e Carlos Eduardo Soares Fontes. O crime teria encomendado por Fachin e Amaral com intermediação de Wilson Decaria Junior e Edgar Acioli Amador, responsáveis pela pirâmide de criptomoedas Valour Invest. Ambos foram soltos em fevereiro.

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Fonte: cointelegraph.com.br/news/supreme-court-denies-freedom-to-businessman-who-had-lawyer-killed-for-bitcoin-debt

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