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A decisão de desafiar um decreto do governador da Califórnia e realizar cultos na megaigreja Grace Community Church levou o pastor John MacArthur ao centro das atenções nos Estados Unidos. Ele mudou o nome do culto dominical para “protesto pacífico” e a imprensa agora repercute a iniciativa.

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“O governador da Califórnia, Gavin Newsom, está ultrapassando seus privilégios executivos com restrições ‘draconianas’, fechando igrejas e dizendo aos crentes que eles não podem adorar durante a pandemia do coronavírus”, disse o pastor em entrevista à Fox News.

Valendo-se de uma alta dose de sarcasmo, o pastor decidiu mudar o nome do culto para “protesto pacífico”, numa referência às manifestações realizadas pelo movimento Black Lives Matter com anuência das autoridades, que mesmo durante a pandemia, se recusaram a restringir as aglomerações dos protestos, mas vêm dificultando a celebração de cultos.

“Sentimos que somos a realidade mais essencial do mundo”, disse MacArthur. “Olha, Jesus é o Senhor… Ele é o cabeça de nossa igreja. O governador Newsom não é o cabeça da igreja. O prefeito [de Los Angeles, Eric] Garcetti não é o cabeça da igreja. Nós os respeitamos por sua liderança de oficial temporal em nosso governo, mas quando eles entram na vida da igreja e dizem a ela o que ela pode fazer, eles estão usurpando um papel que eles não têm”, acrescentou o pastor.

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“A Constituição não dá a eles o poder para fazer isso, e eles certamente não têm o poder espiritual para fazer isso, para usurpar o lugar que apenas Jesus Cristo tem sobre Sua Igreja”, enfatizou o líder evangélico.

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Um dos pastores que saiu em apoio a MacArthur foi Franklin Graham, evangelista e diretor da organização missionária Samaritan’s Purse, que se expressou em defesa da “liberdade religiosa”.

Ao mesmo tempo, um grupo de igrejas, liderada pelo pastor Che Ahn da Harvest Rock Church, moveu uma ação na Justiça contra as ordens do governador filiado ao Partido Democrata, que chegou a proibir até os estudos bíblicos domiciliares.

Por outro lado, nem todos os líderes evangélicos concordam com essa postura. Gavin Ortlund, pastor principal da Primeira Igreja Batista de Ojal, no sul do estado, escreveu um artigo criticando John MacArthur, que em sua visão, estaria colocando a “importância da adoração” acima do “amor ao próximo”, “obediência ao governo, “e manter um bom testemunho”.

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Em resposta, John MacArthur afirmou que sua igreja tem obedecido ao governo nos últimos 50 anos, amado ao próximo e “não divulgado nada além do Evangelho”. O pastor ainda ressaltou que nenhum dos membros da Grace Community Church testou positivo para o coronavírus: “Mas nunca antes o governo invadiu o território que pertence apenas ao Senhor Jesus Cristo e nos disse, não podemos nos reunir. Não podemos adorar. Não podemos cantar. Não há poder dado ao governo para fazer esse tipo de apelo contra nós”, posicionou-se.

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Fonte: noticias.gospelmais.com.br/john-macarthur-nome-culto-protesto-pacifico-desafia-proibicao-138343.html

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