O autor e teólogo John Piper, decidiu entrar no debate sobre as próximas eleições, tratando sobre o apoio dos cristãos aos candidatos, especialmente a Donald Trump.

O pastor batista não mencionou nenhum dos nomes dos candidatos, porém ficou bem claro em seu último artigo no blog Desiring God que ele se referia a disputa presidencial entre Donald Trump e Joe Biden.

Piper deixa claro que não tem a intenção de dizer a ninguém em quem ou como deveriam votar, mas oferecer uma perspectiva sobre as qualidades que ele pensa serem incompatíveis com um ocupante de cargo, que ele chama de ‘pecados que destroem as pessoas e nações’.

Ele descreveu que é um artigo muito esperado na qual ele explica como fica perplexo com os cristãos que consideram os pecados de imoralidade sexual, jactância, vulgaridade, facciosidade e assim por diante como algo tóxico apenas para a nação, enquanto as políticas que endossam a matança de bebês, a troca de sexo, a limitação da liberdade e o alcance socialista são vistas como mortais.

Piper reconheceu que para todos esses pecados há perdão, mas destacou a necessidade de arrependimento, que não deve estar ausente do indivíduo. Ele desafia os eleitores religiosos a avaliarem a vida dos candidatos e não ignorarem seus pecados.

Ele indaga os cristãos sobre o porquê de estarem preparados para ignorar o pecado nos líderes públicos. Também afirma que é relevante tratar levianamente um padrão de comportamento público que leva a morte.

John afirma que as influencias mortais de um líder não vem apenas de suas políticas, mas também da sua pessoa, e é um erro grave pensar que não.

Insinuando seus pontos de vista sobre a presidência de Trump, ele diz que os últimos cinco anos testemunham uma infecção em quase todos os níveis da sociedade, que esse tipo de pessoa muda de centro para influenciar culturas inteiras.

Ele termina sugerindo que não pode votar nem em Trump ou Biden, porque sua lealdade a Jesus coloca em conflito a morte por aborto ou a morte por arrogância. “Não vou desenvolver cálculos para determinar qual caminho de destruição irei apoiar”, disse ele.

Declara ainda que falar em quem ou não votar não é seu dever, e que o seu chamado é levar as pessoas a ver Jesus Cristo e confiar em seu perdão pelos pecados.



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