Após quitar a folha salarial referente a dezembro dos funcionários do clube na última terça-feira (19), o Cruzeiro também pagou parte do salário dos atletas. O presidente do clube, Sérgio Santos Rodrigues, em entrevista ao SporTV, anunciou o pagamento dos débitos referentes a parte de outubro e integral de novembro dos atletas.

Durante a entrevista, Sérgio Santos Rodrigues disse que ainda não há previsão de pagar todos os salários atrasados dos jogadores.

– Previsão de regularizar 100%, ainda não. As receitas que a gente têm obtido, a gente têm direcionado para isso (pagamento de salários). Então, o administrativo a gente conseguiu quitar alguma parte. No futebol, hoje também, estamos fazendo alguns pagamentos parciais – disse.

O presidente do Cruzeiro também revelou que é difícil falar sobre a quantia certa da dívida do 13º dos jogadores, pois parte desse pagamento feito em janeiro também se refere ao 13º salário.

– Havia um atraso, e a gente não está 100%. É difícil dizer, porque fez parte de pagamentos, fez parte de 13º também. Existe atraso – citou o presidente cruzeirense.

Vivendo uma profunda crise financeira, o Cruzeiro vive dificuldades de honrar com seus compromissos. Na última terça-feira, foram quitadas as folhas dos funcionários da parte administrativa, das categorias de base e também do futebol feminino. Ainda falta uma folha de dezembro e quantias do 13º salário.

Sérgio Santos Rodrigues abordou durante a entrevista sobre as dificuldades de arrecadação durante a época de pandemia. Além disso, o Cruzeiro passará mais uma temporada na Série B e recebendo cota de televisão referente à Segunda Divisão, portanto, são mais quedas de receitas do clube celeste.

Com isso, o presidente do Cruzeiro disse que o planejamento para a próxima temporada será com redução de custos, já que a dívida do clube segue a maior do país (cerca de R$ 2 bilhões) e o elenco que disputou a Série B 2020/21 foi bem inchado.

– Não importa o que você ganha, importa o que você gasta. Então, tem que gastar de acordo com o que ganho. Se ganhar cinco, tenho que gastar até cinco. Se ganhar 10, tenho que gastar 10. Enquanto nosso faturamento estiver baixo, nós temos que cortar custos para equalizar esse faturamento. A gente vai adequar e cortar o que precisa agora, mas para o Cruzeiro voltar trilhar o caminho de faturar muito e gastar mais do que pode agora.











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