A camisa 11 do Inter e o Morumbi: uma relação marcante de alegria em duas oportunidades decisivas, separadas por 15 anos. Rafael Sobis, em 2006, e Yuri Alberto, em 2021.

Em 2006, no dia 9 de agosto, o Cícero Pompeu de Toledo, mais conhecido como Morumbi, foi palco do show de Rafael Sobis, que tinha 21 anos à época. O camisa 11 Colorado encaminhava o primeiro título gaúcho da Libertadores com dois gols, calando os 70 mil torcedores são-paulinos presentes no estádio: vitória por 2 a 1 na primeira partida da final. Abel Braga estava na casamata colorada.

Quinze anos depois, no dia 20 de janeiro de 2021, o palco era o Morumbi outra vez. E de novo um camisa 11 do Inter se destacava numa partida decisiva. Dessa vez, Yuri Alberto, 19 anos, que marcou três gols e ajudou o Colorado a retomar a liderança do Brasileirão: massacre, goleada, chocolate por 5 a 1 na 31ª rodada da competição. Outra coincidência: Abel Carlos da Silva Braga é mais uma vez o técnico do Internacional.

Para o torcedor colorado, a camisa 11 do Inter e o Morumbi se completam. Essa relação está eternizada na história do Sport Club Internacional. Além, é claro, de Abel Braga, campeão da Libertadores e do Mundo, que pode dar o tetra campeonato brasileiro ao clube após 42 anos.

A junção da mística camisa 11 colorada, com o Morumbi e Abel Braga é sinônimo de boas lembranças para os colorados. A distância de 15 anos entre esses dois acontecimentos fortalece ainda mais essa relação.

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