A diplomacia dos Estados Unidos agora poderá usar a bandeira LGBT e abraçar a agenda gay em seus escritórios, em uma revisão sobre as decisões relacionadas aos direitos humanos. O anuncio foi feito pelo novo chefe da diplomacia americana, Antony Blinken.

“A violência contra a população LGBT aumenta no mundo. Os EUA precisam assumir seu papel de proteger essas pessoas”, disse diante do Senado dos EUA. Além disso, Biden terá um embaixador dedicado a promoção da agenda gay em palco internacional, retomando o viés ideológico de extrema esquerda.

O novo governo também deverá rever à comissão criada por Trump, juntamente com o governo brasileiro, cujo objetivo era retomar a definição de direitos humanos para todos e não apenas para um segmento da sociedade, fugindo da militância LGBT.

Para o novo chefe da diplomacia americana, as conclusões da comissão deverão ser rejeitadas, inclusive o site da comissão já foi retirado do ar, demonstrando a rápida busca por desconstruir o legado do republicano, que deixou o poder sob fortes indícios de fraudes eleitorais.

Gênero e Aborto

Nas primeiras ações do governo Biden, ele retirou o país da aliança mundial contra o aborto, que conta com o Brasil como um dos principais idealizadores, além de ter iniciado diversas ações para promoção da famigerada ideologia de gênero.

Entre as ordens executivas assinadas, o democrata ordenou mudanças nas questões de discriminação com base na “identidade de gênero e orientação sexual”, chegando a citar os banheiros para crianças LGBT nas escolas públicas do país.



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