A ordem executiva assinada por Biden nas primeiras horas de mandato podem acabar com os esportes femininos, avalia Ryan Anderson, da Heritage Foundation, organização conservadora dos Estados Unidos. Biden assinou o maior número de ordens executivas já assinadas por um presidente em seu primeiro dia de mandato.

Embora tenha falado em união em seu discurso de posse, Joe Biden assinou ordens promovendo a agenda LGBT, que causa divisão na sociedade, incluindo ordens faráveis aos chamados “transgêneros”, pessoas que se identificam como do sexo oposto.

Ao The Daily Signal, Ryan Anderson, que também é pesquisador sênior da William E. Simon em Princípios Americanos e Políticas Públicas da Heritage Foundation, explicou o que a ordem executiva favorável aos trans significa na prática.

“Não é preciso ser uma bola de cristal para saber como os funcionários do governo Biden irão interpretar e aplicar essas políticas: os homens que se identificam como mulheres devem ser permitidos em espaços exclusivos para mulheres, os meninos que se identificam como meninas devem ter permissão para competir no feminino”, enfatizou Anderson.

Ele pontuou ainda que, a ordem executiva assinada por Biden, “significa o fim dos esportes femininos como os conhecemos”. Especialistas avaliam que homens que se identificam como mulheres, quando competirem, quebrarão todos os recordes femininos nos esportes.

“Podemos – e devemos – defender políticas de bom senso que levem a sério as diferenças corporais que fornecem bases válidas em algumas áreas da vida (vestiários e chuveiros, atletismo, abrigos para mulheres, cuidados de saúde) para tratar homens e mulheres de forma diferente (mas ainda igualmente)”, disse.

Anderson argumenta que foi correto para o governo Trump corrigir o exagero do presidente Obama que ocorreu em nome do combate à discriminação.

“Para que um argumento sobre discriminação seja bem-sucedido, você teria que dizer que um atleta com massa muscular masculina, estrutura óssea e capacidade pulmonar (para tomar apenas alguns detalhes) é comparável, similarmente situado a um atleta com massa muscular feminina, estrutura óssea e capacidade pulmonar “, escreveu ele. “Se você pode reconhecer que estes não são de fato comparáveis, indivíduos em situação semelhante, então é difícil fazer uma alegação de que ocorreu ‘discriminação’ no sentido pejorativo.”



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