Uma estudante foi obrigada a retirar sua pulseira com um crucifixo, no formato de terço católico, e o escapulário quando fazia sua prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), sob a alegação da supervisora de que “a prova é laica”.

O caso de discriminação e intolerância religiosa foi relatado pela mãe da jovem através das redes sociais, que alegou que a pulseira era usada como “amuleto de sorte” pela menina.

A mãe da jovem se chama Cristina Scotto e usou o Facebook para relatar com indignação oque havia acontecido no segundo dia de provas do Enem, que foi no domingo, dia 24 de janeiro.

“Hoje fomos buscar nossa filha após o 2º dia do ENEM, à R. Doutor Álvaro Alvim, 90 – Vila Mariana. Ao entrar no carro ela nos informou que a supervisora da sala pediu que ela retirasse a pulseira de prata em formato de terço e o escapulário pra fazer a prova pois, segundo afirmação da supervisora, A PROVA É LAICA”, relatou.

Facebook Cristina Mariotti

O relato na rede social gerou muitas reações, incluindo comentários sobre o evidente preconceito religioso por trás da atitude da supervisora. Algumas pessoas pediram para que Cristina fizesse uma denúncia nos canais oficiais do Ministério da Educação.

Um dos usuários faz uma comparação para o caso de uma muçulmana, questionando se a mulher iria pedir para que ela retirasse véu descobrindo o cabelo.



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