Alguns dias após receber a vacina contra covid-19, o presidente da argentina Alberto Fernández inaugurou a agenda internacional do ano com a primeira visita presidencial ao Chile. Fernández aterrissou no país vizinho na tarde desta terça-feira (26), e sua chegada à sede presidencial chilena, o Palácio de las Moneas, juntamente com sua companheira, Fabiola Yáñez, foi transmitida ao vivo.

Recebido pelo presidente chileno Sebastián Piñera, Fernández afirmou que Argentina e Chile são países irmãos, citando uma frase do ex-presidente Juan Domingo Perón. “Toda a América Latina deveria ser irmã nesses tempos em que vivemos, porque a pandemia [de covid-19] exigiu que cada um enfrente o desconhecido, e que se tivéssemos estado mais unidos nesta pandemia, poderíamos ter resolvido melhor as coisas”, defendeu.

 

 

O objetivo da visita é fortalecer o laço bilateral entre Argentina e Chile, além de firmar estratégias em conjunto. Um dos temas mais importantes que deverá transcorrer em 2021 e que deverá ser acordado durante esse encontro são os corredores bioceânicos, que facilitariam as exportações marítimas com os países asiáticos.

Acordos assinados

Além disso, os chanceleres Andrés Allamand, do Chile, e Felipe Solá, da Argentina, assinaram um acordo de reconhecimento recíproco de carteiras de motorista e outro acordo de um sistema e controle integrado para a passagem de fronteira entre os países, para passageiros e cargas.

 

 

O presidente chileno abriu o encontro oficialmente com um discurso que também aponta para a “irmandade entre os países”. “Esta visita reforça a vontade e o compromisso de ambos os governos e países de continuar estreitando os laços de amizade e colaboração”, afirmou Piñera, que reforçou que o vínculo entre os países é histórico, citando a consolidação da independência do Chile.

“A pandemia deixou importantes lições e aprendizados. Por isso, analisado como enfrentar os problemas e as oportunidades do futuro”, continuou.

A agenda de visita ao Chile também levará o presidente Alberto Fernández a visitar o congresso chileno e a Corte Suprema de Justiça, onde se reunirá com representantes dos poderes legislativo e judiciário.

Edição: Camila Maciel





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