(Pixabay)

RIO DE JANEIRO – O processo de envase do primeiro lote de insumos da vacina contra Covid-19 da AstraZeneca com a Universidade de Oxford começou nesta sexta-feira na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o órgão promete trabalhar para acelerar as entregas do imunizante ao Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, disse o diretor de Biomanguinhos, ligada à Fiocruz, Mauricio Zuma.

A vacinação contra Covid-19 no Brasil começou em 17 de janeiro com a CoronaVac, vacina do laboratório chinês Sinovac que está sendo envasada no país pelo Instituto Butantan, vinculado ao governo do Estado de São Paulo. Desde então o Butantan entregou 9,8 milhões de doses da vacina ao ministério e, além desse montante, o país tem 2 milhões de vacinas da AstraZeneca importadas prontas da Índia.

Após atrasos tanto na chegada de novos lotes de insumos da CoronaVac quanto de matéria-prima para envase da vacina da AstraZeneca – cujo primeiro lote chegou só no último fim de semana -, já há relatos de falta de vacinas em algumas cidades, o que tem paralisado a vacinação nesses locais. A matéria-prima para as duas vacinas é importada da China.

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