A nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala REUTERSEmma Farge
A nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala
(REUTERS/Emma Farge)

GENEBRA – Três meses depois de o governo Trump rejeitá-la, a ex-ministra das Finanças nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala recebeu um apoio unânime nesta segunda-feira e se tornou a primeira mulher e a primeira africana a assumir a diretoria-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Autodenominada “realizadora” e conhecida por enfrentar problemas aparentemente insolúveis, Okonjo-Iweala terá muito com que se ocupar na entidade comercial mesmo sem Donald Trump, que ameaçou retirar os Estados Unidos da OMC.

Como diretora-geral, uma posição que concede poder formal limitado, Okonjo-Iweala, de 66 anos, precisará intermediar tratativas comerciais internacionais perante um conflito persistente entre EUA e China, reagir à pressão pela reforma das regras comerciais e se contrapor ao protecionismo acentuado pela pandemia de Covid-19.

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