Ao menos 300 pessoas ligadas a grupos neonazistas estiveram participando de uma reunião em Madri, capital da Espanha, próximo a um cemitério onde estão enterrados veteranos que lutaram ao lado das tropas de Hitler durante a perseguição aos judeus.

Em um discurso, uma jovem foi filmada dizendo: “Nosso dever é lutar pela Espanha e pela Europa agora enfraquecida pelo inimigo, que continua o mesmo, mas usa muitas máscaras: o judeu”.

O grupo também faz manifestações públicas de admiração pela Alemanha nazista, com palavras antissemitas, apesar de as lembranças da ditadura de Francisco Franco, que se aliou aos nazistas na Segunda Guerra Mundial, continuarem vivas na região.

Em um comunicado, a Federação das Comunidades Judaicas da Espanha apelou aos promotores para lançar uma investigação sobre o incitamento à violência e discriminação contra algumas das pessoas que participaram do evento, incluindo a jovem, que não foi identificada na mídia.

Ela também disse: “O judeu é culpado e a Divisão Azul lutará contra ele”, relatou a Ultima Hora, jornal espanhol.

Antissemitismo

O crescimento do antissemitismo tem levado autoridades a buscarem formas de combater discursos de ódio contra os judeus, que vem sendo alimentado principalmente por parte da esquerda, que busca desconstruir a cultura judaico-cristã.

Para tentar combater o antissemitismo nas redes sociais, o governo de Israel propôs ações contra pessoas que repetem este tipo de discurso de ódio aos judeus. A proposta foi entregue aos representantes das gigantes Facebook, Google, TikTok e Twitter, durante reunião no kenesset, o parlamento israelense.



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