SÃO PAULO – Os ADRs, na prática as ações de empresas brasileiras negociadas na bolsa de Nova York, fecharam em alta nesta terça-feira (16), indicando que amanhã o Ibovespa deve subir, uma vez que os preços dos ADRs são atrelados à cotação dos seus ativos correspondentes na B3.

Hoje, o índice Dow Jones Brazil Titans subiu 1,46% a 19.016 pontos e o ETF (um tipo de fundo passivo negociado em bolsa) EWZ iShares MSCI Brazil Capped registrou alta de 0,56% a US$ 36,23.

Dentre os principais ADRs brasileiros, Petrobras avançou 1,42% a US$ 10,70, Vale teve ganhos de 3,03% a US$ 18,03, Itaú Unibanco registrou leve ganho de 0,19% a US$ 5,18 e Bradesco teve alta de 0,64% a US$ 4,72.

subiu a 71,2 pontos em fevereiro. O resultado surpreendeu analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam queda do indicador a 59,8 pontos, e sugere que a confiança na maior economia europeia melhorou fortemente neste mês.

Vale lembrar que a B3 esteve fechada hoje e ontem por conta do recesso bancário de Carnaval e só volta a ter negociações na quarta-feira (16) a partir das 13h.

Noticiário doméstico

Segundo reportagem do jornal O Globo, parlamentares da oposição e mesmo de siglas que compõem o chamado Centrão, debatem como agir frente a quatro decretos editados na sexta-feira (12) pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para flexibilizar as regras para compra e uso de armas no país sem passar pelo Congresso.

A reação aos decretos será um teste sobre a base de apoio cortejada pelo presidente com promessas de emendas e cargos para eleger o líder do Centrão, Arthur Lira (PP-AL), como presidente da Câmara dos Deputados no lugar de Rodrigo Maia (DEM-RJ), que fazia oposição a Bolsonaro. Segundo o jornal, deputados de siglas como PL e PSD, as duas maiores do centrão, além do MDB, já se manifestaram de forma contrária aos decretos.

Além disso, na segunda (15), o presidente Jair Bolsonaro criticou, em vídeo transmitido via redes sociais pelo seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o Facebook, e defendeu o aumento da tributação das redes sociais, além da retirada de circulação de jornais.

“Com todo o respeito (…) eu sou qualquer um do povo: proibir anexar imagens a título de proteger fake news. O certo é tirar de circulação -não vou fazer isso, porque sou democrata- tirar de circulação Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Antagonista, fábricas de fake news (…) Agora deixa o povo se libertar, porque tem liberdade. Logicamente que se alguém extrapolar alguma coisa, tem a Justiça para recorrer. Agora o Facebook bloquear à população é inacreditável. E não há uma reação da própria mídia, ela se cala. Falam tanto da liberdade de expressão para eles em grande parte mentir com matérias. Agora para a população é uma censura que não se admite”

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