A gripe A H1N1 surgiu de forma avassaladora em 2009, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) precisou declarar pandemia mundial, na época ainda conhecida como gripe suína. O surto global caracterizou-se por uma variante de gripe suína. A corrida pela vacina ocorreu há 12 anos, no entanto, a letalidade continua existindo. Quem não está vacinado, pode pegar o vírus e, apesar da medicação, pode evoluir para a pior forma da doença e ir a óbito.

 

O vírus influenza A H1N1 foi descoberto no México, em 2009. A gripe suína espalhou-se em questão de meses para mais de uma centena de países, entre eles o Brasil, e provocou a primeira pandemia no século 21.

Doenças

 

A Influenza é uma infecção respiratória aguda, causada pelos vírus A, B, C e D. O vírus A está associado a epidemias e pandemias, tem comportamento sazonal e apresenta aumento no número de casos entre as estações climáticas mais frias. O Ministério da Saúde mantém a vigilância da influenza no Brasil por meio da vigilância sentinela de Síndrome Gripal (SG) e de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em pacientes hospitalizados.

 

Essas áreas têm como objetivo principal identificar os vírus respiratórios circulantes, permitir o monitoramento da demanda de atendimento dos casos hospitalizados e óbitos. Por isso, é importante todos os anos participar da campanha. Assim, em 2020, a composição da vacina trivalente (com três cepas) utilizada na rede pública ficou assim:

 

– A/Brisbane/02/2018 (H1N1) pdm09 like-virus;
– A/South Australia/34/2019 (H3N2);
– B/Washington/02/2019 like-virus.

 

 

Texto: Érika Bragança, da Agência Saúde-DF

Edição: Johnny Braga

Artes: Arquivo/SES



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