O presidente Jair Bolsonaro em solenidade de posse de Daniel de Macedo Alves Pereira, no cargo de Defensor Público-Geral Federal da Defensoria Pública da União (Foto: Marcos Corrêa/PR)

SÃO PAULO – O anúncio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de zeragem de impostos federais sobre o preço do óleo diesel após um novo reajuste feito pela Petrobras indica não só uma concessão à categoria dos caminhoneiros, que já indicava insatisfação com a alta dos combustíveis e ameaçava convocar greve, mas também a abertura de precedente para a pressão de outros setores sobre o governo.

A avaliação é da economista Alessandra Ribeiro, sócia e diretora de Macroeconomia e Análise Setorial da Tendências Consultoria Integrada. Para ela, apesar de o impacto estimado em cerca de R$ 3 bilhões, a medida gera mais desafios para as contas públicas, em um contexto de Orçamento ainda sob análise do Congresso Nacional.

“Já havia um caldo sendo formado nas últimas semanas e que culminou na notícia de ontem”, observa. “[O valor estimado] É algo significativo, ainda mais em um contexto super apertado do Orçamento”.

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