Os altos e baixos não são novidade na consolidada história de Diego Ribas no Flamengo. Um entre tantos capítulos, mas certamente o mais impactante, ultrapassou as quatro linhas e se tornou um emocionante documentário que fala justamente sobre aquilo que define esta reta final de campeonato: superação. Para se reinventar até se tornar protagonista de outra ‘final’ na era dos pontos corridos, o Rubro-Negro precisou recorrer ao talento indescutível de seu camisa 10 – que também pode ser considerado camisa 5.

O caminho até Rogério Ceni encontrar sua formação ideal não foi fácil, porém passou pelo talento e experiência de dois medalhões: Willian Arão, atuando improvisado na zaga, e Diego Ribas, quase como um volante. Inclusive, se utilizado entre os titulares na partida contra o Internacional, o camisa 10 completará oito jogos (em condições) entre os principais – sua maior sequência desde a fratura em 2019.

O Flamengo ocupava a 5ª colocação na tabela quando Diego foi utilizado entre os titulares no lugar de Gerson (suspenso). Na ocasião, o camisa 10 foi peça fundamental na armação das jogadas e recebeu elogios de Rogério Ceni. De lá para cá, se tornou intocável no meio de campo rubro-negro. Participou de seis vitórias, uma derrota e só esteve fora do jogo contra o Bragatino, por punição.

“Normalmente o Diego trabalha mais atrás do que o Gerson. O Diego não é um primeiro volante. São no mínimo dois camisas oito para não dizer dois dez jogando no meio de campo. E ele está se doando porque é um 10 de origem”, explicou Ceni.

Diego Ribas deve alcançar a marca e deve aparecer entre os titulares no próximo domingo, na ‘final antecipada’ contra o Internacional, às 16h, no Maracanã. Willian Arão, por sua vez, se tornou dúvida de última hora após lesionar o dedo do pé no banheiro de casa.











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