Para o secretário-geral da Portas Abertas, Marco Cruz, a covid-19 acentuou a perseguição aos cristãos em todo o mundo. A organização registrou um aumento da perseguição aos seguidores de Jesus Cristo em 30% no ano de 2020, representando 340 milhões enfrentando algum tipo de perseguição.

Na estreia do quadro de entrevistas nas redes sociais do Gospel Prime, Marco Cruz afirmou que “com certeza a covid-19, a pandemia, acentuou a perseguição aos cristãos”. O secretário-geral da organização demonstrou preocupação com os números crescentes de cristãos que enfrentam perseguição.

“Os cristãos perseguidos enfrentam um duplo desafio: a perseguição religiosa por causa da em Jesus, e as consequências da covid-19. Muitos cristãos, muitas comunidades cristãs, ficaram isoladas, se tornaram alvos mais fáceis para os ataques extremistas”, relatou.

Marco Cruz conversou sobre “Igreja Perseguida” com o editor-chefe do Gospel Prime, Michael Caceres, revelando detalhes sobre o trabalho desafiador da Portas Abertas. Ele afirmou que os cristãos vêm sofrendo com ações de regimes totalitários por conta da fé.

Pandemia

O secretário-geral da Portas Abertas denunciou a forma como os cristãos foram cerceados de seus direitos durante a crise global, inclusive tendo ajuda negada por regimes ditatoriais em países onde o Cristianismo é perseguido pelo Estado.

“A perseguição ela se aflorou por causa da covid porque os cristãos, pelo fato de serem cristãos, seguidores de Jesus Cristo, tiveram o atendimento, eles não tiveram acesso ao próprio socorro dos governos”, relatou Marco Cruz.

Ele também afirmou que “além da perseguição normal, por causa da pandemia os governos se mobilizaram para atender as suas populações, seja com a distribuição de comida, água, EPIs, máscaras, álcool-gel, luvas” e que “quando comunidades cristãs de alguns países eram descobertas, os cristãos eram descobertos, a eles era negado o acesso ao socorro”.

Anualmente a Portas Abertas divulga a Lista Mundial de Perseguição, com os 50 piores países para se exercer a fé cristã, Cruz explicou que o ranking é publicado desde 1993, quando a primeira lista foi publicada com o objetivo de monitorar e entender os mecanismos de perseguição.

Assista:



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