Bandeira dos EUA (Crédito: Shutterstock)

(Bloomberg) — As previsões econômicas mais otimistas de Wall Street dependem de uma previsão simples: quando todo mundo voltará para suas academias, bares e estúdios de ioga locais como se a pandemia já tivesse passado.

Uma explosão de empregos no vasto setor de serviços dos Estados Unidos – o maior empregador do país, desde desenvolvedores de software até a Chipotle local – é uma parte central das ousadas previsões de crescimento neste ano.

A ideia é de que as vacinas e o aumento da imunidade desencadeiam a demanda reprimida, o que provoca uma onda de contratações que reduz drasticamente o desemprego. O Federal Reserve vê a taxa de desemprego cair para 5% até o final de 2021 e alguns no setor privado, incluindo Goldman Sachs e Deutsche Bank, têm projeções na faixa de 4%.

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