O Ministério Público do estado do Rio De Janeiro pediu para que a deputada federal Flordelis e mais oito réus sejam levados a juri popular pela morte do pastor Anderson do Carmo.

Na denúncia contra a deputada e outros dez réus acusados de envolvimento no homicídio, o MP pede que alguns dos réus seja submetido a júri popular, isso nas alegações finais do processo referente ao crime.

Ao todo já foram feitas seis audiências do julgamento do caso, quando foram ouvidas cerca de trinta testemunhas e realizados os interrogatórios dos acusados, incluindo Flordelis.

O promotor de Justiça Carlos Gustavo Coelho de Andrade, titular da Promotoria de Justiça junto à 3ª Vara Criminal de Niterói – Tribunal do Júri, pediu também que Flordelis, Simone dos Santos Rodrigues, Marzy Teixeira da Silva e André Luiz de Oliveira sejam julgado também pela tentativa de homicídio da vítima por envenenamento, que ocorreu entre maio de 2018 e junho de 2019.

O MPRJ também pede que Flordeis e seus filhos Adriano dos Santos Rodrigues e Flávio dos Santos Rodrigues, além de Marcos Siqueira Costa e sua esposa Andrea Santos Maia, sejam levados a júri popular em razão de crimes de uso de documento falso.

Além destas acusações, o Ministério Público pede para que Flordelis, Simone, Marzy, André, Rayane, Flávio, Adriano, Marcos e Andrea respondam por crime de associação criminosa armada.

No documento eles relatam também a complexidade do caso, onde 11 réus são acusados de crimes de tentativa de homicídio, homicídio, associação criminosa e uso de documento falso. Flordelis é acusada de ser responsável por arquitetar o homicídio, arregimentar e convencer o executor direto e demais acusados a participarem do crime sob a simulação de ter ocorrido um latrocínio.



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