Na derrota para o São Paulo no último sábado, 6, um ponto fraco do Santos foi exposto novamente: a bola aérea. O peixe sofreu com elas na temporada passada e segue com o problema em 2021. Porém, Ariel Holan já pensa neste tipo de jogada.

“Essa situação de jogo em particular requer altura em alguns casos e em outros uma boa atitude defensiva. Atitude defensiva se pode trabalhar, mas a altura veremos como corrigir. Tínhamos quatro marcadores com altura, o quinto não, e aí veio o gol”, disse o treinador na entrevista coletiva após o clássico.

Contra o Santo André, na primeira rodada do Paulistão, o Santos sofreu dois gols originados em cobranças de escanteio. Contra o São Paulo, no Morumbi, o primeiro gol, que mudou o rumo do jogo, também aconteceu em um escanteio. Sandro não conseguiu acompanhar Gabriel Sara, que cabeceou com tranquilidade para abrir o placar.

O problema não é novo, e já deu dor de cabeça para Cuca e Jesualdo Ferreira. Com o português, o Santos sofreu 13 gols em jogadas de bola aérea na primeira fase do Campeonato Paulista. Sob o comando de Cuca, o Peixe melhorou neste quesito. Mas na partida mais importante, a final da Libertadores, a jogada voltou a assombrar os santistas.

O próximo compromisso do Santos será contra o Deportivo Lara, da Venezuela, nesta terça-feira (09), às 19:15, no estádio da Vila Belmiro. Confronto de ida, válido pela fase 2 da Conmebol Libertadores.

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