O Soesporte registrado ao longo de sua história mais uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher, neste dia 8 de março de 2021. Em nome de todas as mulheres, especialmente, as que estão envolvidas com o esporte. Temos um depoimento de Gleide Maria Costa, atualmente, treinadora do time feminino do Botafogo, campeão paraibano.

“No esporte de alto rendimento e de forma oficial, comecei no vôlei de praia em 92, venci acho que duas etapas do Paraibano adulto mesmo sendo juvenil naquele ano e fomos rankeada a participar do circuito banco do Brasil”.

Mas, antes lembro que já jogava voleibol e futebol com o pessoal do Monte Castelo. Em anos anteriores, mas era competições de bairro, depois joguei voleibol pelo Misto também em paralelo com o vôlei de praia. Também Fui campeã escolar pelo Lyceu no Voleibol e no atletismo (200m) em 1993 se eu não me engane”.

“Aí em 1995 me apareceu o Futsal, minha primeira competição foi um JUBS em Fortaleza e fomos vice-campeãs brasileira. Ano seguinte fomos campeãs do Norte Nordeste Universitário pela Seleção Paraibana Universitária, em 2000 fomos campeãs do JuBs em Vitória –ES”.

“Em 2001 fomos campeã do Circuito Nordeste de Futsal pela FAC – PB. Acho que pela AMCAB jogando foram 4 títulos Paraibano de Futsal, joguei pelo Nacional Gás – CE em 1998 SUMOV-CE em 2000”.

“Como treinadora no Futsal Feminino tenho títulos pela AMCAB no sub 20 e atuei como treinadora da Seleção Paraibana sub 20, tenho mais 6 Títulos Estaduais no Comando da Servicar, Uma Taça Nordeste de Futsal Feminino-2014 e vários eventos”.

“No Beach Soccer Feminino enquanto atleta joguei e venci duas competições estadual uma pela Servicar e outra Pelo Maníacos. No Futebol como atleta tenho títulos de campeã paraibana em 1995 pelo Monte Castelo e 2008 pela Portuguesa”.

Como treinadora possuo todos os títulos oficiais com exceção o de 2019 (2010 – Copa Paraíba e 2011, 2015,2016,2017,2018 e 2020) pelo Botafogo e 2012 pelo Kashima”.

Preconceito

“Na realidade não éramos bem para estarmos debatendo sobre a importância da mulher nos seguimentos da sociedade, até porque sem ela a sociedade não existe, digo isso de forma ampla. Agora o que houve de ruptura de preconceito intelectual e moral a respeito dos papéis na sociedade sim é uma longa história de dominação de ideias arbitrárias impostas a nós mulheres ao longo da história”.

“Na sociedade atual está se quebrando vários tabus, sendo essa luta uma constante quebra de braço, cujo cronômetro não tem hora para parar, digamos que seja uma disputa também sem nexo, mas necessária para que homens e mulheres sentem na mesma mesa”.

“Da mesma forma, precisamos de mulheres e homens competentes em todos os segmentos da sociedade que se unam em prol de uma sociedade mais justa e harmônica”.

A reportagem do portal Soesporte tentou fazer uma entrevista com a presidente da Federação Paraibana de Futebol, Michele Ramalho, mas não teve êxito. Os contatos foram feitos com a assessoria de imprensa, desde da semana passada. Também foi feito contato com a própria presidente através do zap, mas não foi possível uma resposta.

Além da FPF ser comandada por uma mulher, outros dois clubes de futebol profissional, são presididas por mulheres. O Sport Lagoa Seca e o Internacional de Rio Tinto.  





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