Uma campanha especial contra organizações ilegais na China foi lançada em 22 de março, pela província de Sichuan com uma lista de 84 grupos chamados de “organizações ilegais”, adicionando cinco tipos de grupos à lista.

A ação inclui 22 departamentos do governo, dentre eles o Ministério de Assuntos Civis e o Ministério de Segurança Pública, com o objetivo de reprimir e retificar os grupos religiosos que não são liderados pelo Partido Comunista Chinês (PCCh).

Este projeto foi aderido por várias províncias e cidades na China, em 25 de março uma outra lista foi publicada incluindo muitos grupos cristãos e budistas como “organização ilegal” e estão sendo perseguidos fervorosamente pelos oficiais chineses.

Nos documentos publicados no final de março no site do Ministério de Assuntos Civis na China e nos outros 22 departamentos que uniram forças, foi lançado um aviso proibindo empresas, instituições públicas, membros de partido e meio de comunicação a se associares com qualquer “organização ilegal”.

Muitas  instituições de caridade não-governamentais e organizações de bem-estar público também entraram na lista de “organizações sociais ilegais”, e não poderão mais atuar no país legalmente.

O fundador da Chinese Christian Justice Fellowship, pastor Liu Yi, que vive atualmente na Califórnia, disse à Radio Free Asia que:

“Aos olhos do governo chinês, desde que não aceite organizações religiosas lideradas pelo Partido Comunista Chinês, ou mesmo organizações de caridade , é uma ‘organização ilegal’ porque o governo chinês temo que essas organizações civis se tornem a chamada força para subvertê-las.”

De acordo com o The Christian Post, inúmeros cristãos estão assediados na China, torturados e espancados para renunciar a sua em Jesus. O PPCh está espalhando medo e restrições à liberdade religiosa no país.



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